Apenas palavras, agora torna-as num acto

Tudo o que tens eventualmente um dia podes não ter, vive o que tens a viver agora.



É tudo aquilo que achei impossivel descrever, expresso nas mais puras palavras.


domingo, 20 de março de 2011

Adeus, para sempre

Abri os meus olhos, que há tempos estavam bem fechados. Tudo era como um conto de fadas, e num fim tinha um para sempre feliz. Mas o para sempre não existe, para que iludir-me?
Recordava-me como tudo era perfeito, recordava-me que tudo o que existia ia durar para sempre. Mas era mentira, o tempo passou, tudo mudou agora restam apenas memorias passadas que são recordadas ao acaso. Nada é para sempre, o tempo acelera e deixa rastos perdidos.
Sorrimos com o olhar ao lembrar-mos do nosso passado, mas só dura por uns momentos e depois continuamos com as nossas novas vidas.
Digo adeus aquilo que acreditava que seria para sempre
Agora talvez, quando for a altura da queda já não seja tão grande.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Cartas de amor

Descarta as tuas cartas de amor e descarta as tuas mentiras, pois já não as quero mais.

Atingi-me o coração como fosse uma nódoa incurável e apunha-o, pois já não preciso mais dele.
Canta-me uma melodia encantada ao meu ouvido e deixa-me fugir deste pesadelo.
Conta-me as tuas histórias de amor, porque neste momento só me apetece viver uma mentira.
Voou ao ritmo do vento, para longe pois já não acredito na verdade.
Balanço ao som da vida e deixo-me ficar, já nem uso o meu coração.
Corro livremente como não houvesse amanhã, mas estava apenas a fugir.
Mas no final deixo-me ficar a ouvir o vento a oscilar, porque afinal quero acreditar.
Quero acreditar em cartas de amor, nas memórias perdidas.
Usufruiu da minha vida, então descubro que já não preciso de ti.
Sou livre.