Apenas palavras, agora torna-as num acto
quinta-feira, 5 de julho de 2012
uma vida deixada para trás
Tento ser o melhor que posso, mas não posso mudar quem eu sou. Não sou rapariga de falar daquilo que sinto, as palavras já estão demasiado usadas. Não há qualquer significado daquilo que me dizem. Defino-me por actos, as palavras só são um meio de persuasão para chegar à solução. Por isso odeio pequenas coisas, odeio quando me culpem por elas. Mas estou aqui a falar delas, certo? Eu que guardo tudo em segredo. Não suporto que me culpem das coisas, quando precisam de alguém para culpar. Parece que toda a gente gosta de arranjar razões para deixar as pessoas para trás. Mas que parvoíce. Mas só assim é que aprendemos a viver, acho eu. Aqui continuo de cabeça erguida. E a culpa? Sei qual é a minha culpa, mas não é nenhuma daquela que me acusam.
sábado, 30 de junho de 2012
Uma vida atrás das linhas
A vida não tem qualquer anexo, maioritariamente. Mas o quê eu sei da vida? Sei a minha, e nem todos os conselhos se aplicam em mim, nem todas as criticas me pertencem, posso estar perdida na maior parte das vezes, iludida do que é puro, mas na minha perspectiva nada é distinto e nada é igual! Maioria de nós luta a vida toda e única coisa que sentimos é ser esmagados por aquilo que nos devia pertencer e não é nosso. Dizem que Deus marcou o nosso destino, se é assim só espero morrer de êxtase de felicidade.
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